quinta-feira, 29 de abril de 2010

Embaralho (Vívian Marcella- 29/04/2010)

Por mais que neste embaralho
Deixar as águas rolarem
Deixe as dúvidas de lado
Seja alguém, Esteja além,aquém (porque)


Se eu for embora
Não volto
Nem por esta porta
Nem ao seu encontro
Nem por todo ouro
Te espero toda hora, honro toda a glória
Porém prefiro o agora


Por mais que neste embaralho
Alguém já soube decidir por você
Saiba ficar de qual lado
isso é deve ser mais do que você (porque)


Se eu for embora
Não volto
Nem por esta porta
Nem ao seu encontro
Nem por todo ouro
Tte espero toda hora, honro toda glória
Porém prefiro o agora


Vívian Marcella

quarta-feira, 28 de abril de 2010

attente, fermez les yeux

Espera fecha os olhos
De tudo que me recordo, com todo seu jeito simplório
Tudo que está acontecendo nos teus olhos
Há um sentimento
Sem mais, só quero mais tempo
Eu tenho medo do tempo
Passando rápido demais
O que faria mesmo com todos os sinais?
O tempo passa rápido demais
O tempo só não é capaz
De tirar a minha paz
A nossa paz
A paz
Só na minha mente
E se eu não for em frente
Como deixar tudo pra trás?

Espera, fecha os olhos

Feito por Vívian Marcella , março/2010

sábado, 10 de abril de 2010

eu vejo a guerra

Batalhas (Luís Otávio/ Vívian Marcella)
eu vejo a guerra

Eu Vejo a guerra se aproximando
eu vou me cansando
e os homens maus tecendo com ganância
em conseqüência de sua ignorância
Um futuro doloroso, e como recompensa
se é que você pensa
Me ofereceram um trabalho
Que de jeito árduo
Me trataram como máquina e com mil lágrimas
gastaram meus braços com trabalhos sem sentidos
Meu sangue já é quase todo óleo queimado
Olhem pros lados
lágrimas são inflamáveis
evaporam como benzina
Eu vejo mortas as meninas, mas não por causa espiritual
Ou por que eu seja paranormal
Eu vejo gente morta literalmente
espalhada pelo chão isso confunde qualquer mente

E eu ainda contido levaram meus filhos acorrentados
Eu vi sim um céu cinza sobrecarregado
da fumaça gerada pelo meu inimigo
até o infinito
E Mesmo cansado nem me banhar eu podia
pois seus lixos estavam em meu rio sempre via
Se eu não conseguia falar as máquinas gritavam por mim nos corredores,
Para ensurdecer os ouvidos dos seus criadores,
vocês brincam de senhores
mas nunca foram servos
Vocês brincam de Deus, alvos incertos
mas são apenas mortais
O rugido dessas maquinas não me afetam mais,

Meu sangue já é quase todo óleo queimado
Olhem pros lados
lágrimas são inflamáveis
evaporam como benzina
Eu vejo mortas as meninas, mas não por causa espiritual
Ou por que eu seja paranormal
Eu vejo gente morta literalmente
espalhada pelo chão isso confunde qualquer mente

Quero apenas força para continuar revoltado
pois é neste mundo atordoado
que quero mostrar que sou mais que um pobre ser
que foi servo por alguns milhares de anos mas pode crer
que também quero sempre minha esperança, não levem mais crianças
para que até nas horas eu batalhe
eu cante hinos de liberdade
Não queira me msotrar a estrada
Porque as batalhas são
do mundo e desse mundo eu já não quero mais nada!