EIS QUE CHEGUE O TEMPO
VINGANÇA OU ESPERANÇA
JÁ QUE NÃO FOI TÃO MANSA
A ÁGUA QUE O TRAZIA
VENTANIA
VOCÊ QUE ME PERMITIU SANGRAR POR DENTRO
NA VAGA NOITE SERENA QUE SE FAZIA
E MESMO QUE AINDA EM TEMPO O ORGULHO DOIA
E TRAZIA A SAUDADE
VAI LENTO
VAI DOENDO
VAI SAUDADE
QUE ME FAZIA
E SÓ EM DIA ME ACORDAS COM AQUELA DOR QUE AINDA BATE A PORTA
EM FRENTE SÓ MESMO A PORTA QUE NÃO SE ABRIA
JÁ PERDI O SONO
O TEMPO PERDIDO É O AGORA
OLHO DIA APÓS O DIA E ESCUTO SEU SUSSURO
ESTRANHO ESCURO REPENTINO
QUE FALAVAS SEMEAR
PARA UM TAL DESTINO
QUE JÁ TENS ESQUECIDO
E QUE EU GUARDO NO MEU OUVIDO, NO GOSTO E NA PELE
E QUE MESMO OUVINDO
DA TUA BOCA, ESTRANHO MAIS AINDA SOA
QUE JÁ NÃO EXISTE MAIS O SENTIDO
O OUVIDO POR TANTO TEMPO
E POR ISSO MESMO QUE AINDA ESTRANHA EU DIGO
EIS QUE CHEGOU O TEMPO
VINGANÇA OU ESPERANÇA
JÁ QUE NÃO FOI TÃO MANSA
A ÁGUA QUE O TRAZIA
Texto de Vivian Marcella
Resgistrado
Oi! Sou Vívian Marcella! Este blog caracteriza-se por meus desentalos. Todos os textos saõ registrados em cartório antes da publicação aqui, pois tenho como objetivo a publicação de um livro e lançamento de músicas posteriormente com as postagens deste blog! Não sou escritora profissional! Uso isso aqui como um passatempo, ao gostar de algo , ao copiar refira à Vívian Marcella e a fonte do blog! Obrigada pela visita! Me siga @vivian_marcella
domingo, 25 de dezembro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Pelo tormento que me provocar
Me reinvento aqui
aqui e ali
sem insistir
sem igual afeição
É! Foi a sua ingratidão
Posso escolher como sentir, como ir
Pela paz que você me dá
ou pelo tormento que me provocar...
Te digo que
Quando em mim você focar
Quando em mim você tocar
Duvide dos meus sorrisos
Duvide dos meus suspiros
Eles nem sempre mostram indícios
Do que realmente sinto
Te digo mais
Se você só puder me oferecer a monotonia
Palavras clichês a mais
Poucos momentos do seu dia
Propostas meia-boca
Direi que já não me importa
Melhor estar sozinho!
Ás vezes tudo que a gente precisa fazer é começar a parar de se importar
Pela paz que você me dá
ou pelo tormento
ou pelo tormento naquele momento
que me provocar
que me provocar!
ou pela paz que você nunca pôde dar
nunca pôde dar
nunca vai me dar!
aqui e ali
sem insistir
sem igual afeição
É! Foi a sua ingratidão
Posso escolher como sentir, como ir
Pela paz que você me dá
ou pelo tormento que me provocar...
Te digo que
Quando em mim você focar
Quando em mim você tocar
Duvide dos meus sorrisos
Duvide dos meus suspiros
Eles nem sempre mostram indícios
Do que realmente sinto
Te digo mais
Se você só puder me oferecer a monotonia
Palavras clichês a mais
Poucos momentos do seu dia
Propostas meia-boca
Direi que já não me importa
Melhor estar sozinho!
Ás vezes tudo que a gente precisa fazer é começar a parar de se importar
Pela paz que você me dá
ou pelo tormento
ou pelo tormento naquele momento
que me provocar
que me provocar!
ou pela paz que você nunca pôde dar
nunca pôde dar
nunca vai me dar!
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Brincando com fogo
Árduo jeito de dizer tchau
Deixar as bobagens pra trás
Frequência não vai ser mais o problema
Antes do final
Descuidado contentamento de uma fraqueza
No fundo sabemos, que juntos nada mais somos como Papel, pincel e tinta.
Fogo, Faísca, brasa e cinza
Fogo
Brincar com fogo
É entrar no teu jogo
De tirar fôlego
Sou o teu socorro
É o seu corpo
Fogo!
Química perfeita
Prazer de quem se alimenta
Da magia serena crucial
Do início ao final
Descuidado contentamento de uma fraqueza
Fogo
Brincar com fogo
É entrar no teu jogo
De tirar fôlego
Sou o teu socorro
É o seu corpo
Fogo!
No fundo sabemos, que juntos nada mais somos como Papel, pincel e tinta.
Fogo, Faísca, brasa e cinza
Por: Vívian Marcella - 26/05
Deixar as bobagens pra trás
Frequência não vai ser mais o problema
Antes do final
Descuidado contentamento de uma fraqueza
No fundo sabemos, que juntos nada mais somos como Papel, pincel e tinta.
Fogo, Faísca, brasa e cinza
Fogo
Brincar com fogo
É entrar no teu jogo
De tirar fôlego
Sou o teu socorro
É o seu corpo
Fogo!
Química perfeita
Prazer de quem se alimenta
Da magia serena crucial
Do início ao final
Descuidado contentamento de uma fraqueza
Fogo
Brincar com fogo
É entrar no teu jogo
De tirar fôlego
Sou o teu socorro
É o seu corpo
Fogo!
No fundo sabemos, que juntos nada mais somos como Papel, pincel e tinta.
Fogo, Faísca, brasa e cinza
Por: Vívian Marcella - 26/05
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Fora do eixo
È talvez seja tão dura
Mas só eu sei
Com o que eu já sonhei
O que ainda não curei
Porque nem o tempo cura
É demasiada escura
A fase que nos paralisou
Sem refletir ainda não posso ir
Não diga bobagens ao acaso não
Não quero compaixão, ninguém a quer não se iludir não há razão
Vejo tudo..
Sem reflexo, final complexo início sem nexo
È fora do eixo, sem jeito
È um "mero pensar" , estar lá...
È talvez seja tão complicado
Mas só eu sei o que foi sonhado
Que não foi curado
Porque nada é tão simples
E eu sempre ia
Fantasia
A novela, tão simples
Difere do real, ser forte, calado
Ainda não consigo ir
Não diga bobagens na partida então
Não pode ser em vão
Não quero compaixão, ninguém a quer não se iludir não há razão
Vejo tudo..
Sem reflexo, final complexo início sem nexo
È fora do eixo, sem jeito
È um "mero pensar" , estar lá...
Por: Vívian MArcella
Mas só eu sei
Com o que eu já sonhei
O que ainda não curei
Porque nem o tempo cura
É demasiada escura
A fase que nos paralisou
Sem refletir ainda não posso ir
Não diga bobagens ao acaso não
Não quero compaixão, ninguém a quer não se iludir não há razão
Vejo tudo..
Sem reflexo, final complexo início sem nexo
È fora do eixo, sem jeito
È um "mero pensar" , estar lá...
È talvez seja tão complicado
Mas só eu sei o que foi sonhado
Que não foi curado
Porque nada é tão simples
E eu sempre ia
Fantasia
A novela, tão simples
Difere do real, ser forte, calado
Ainda não consigo ir
Não diga bobagens na partida então
Não pode ser em vão
Não quero compaixão, ninguém a quer não se iludir não há razão
Vejo tudo..
Sem reflexo, final complexo início sem nexo
È fora do eixo, sem jeito
È um "mero pensar" , estar lá...
Por: Vívian MArcella
domingo, 20 de março de 2011
Prólogo
Partimos para o fingimento , Fingindo falso contentamento
Eu só lamento
Lá já era o fim
O tempo
O início afim da descoberta
Eu
Não quero nada disso na verdade, então onde está?
Só para constar que ainda me vê
O que me é importa se vai ficar
Fazer valer
Eu só lamento
Lá já era o fim
O tempo
O início afim da descoberta
Eu
Não quero nada disso na verdade, então onde está?
Só para constar que ainda me vê
O que me é importa se vai ficar
Fazer valer
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Para o Senhor
Ela
Sempre está contigo
então sempre nos sentimos em perigo
Entre tantos caminhos
Sabe como é viver em constante armadilha?
Lavrante, aberta ferida que nunca cicatriza
Dela
Sempre é o silêncio pondo o álcool na ferida
Do Senhor esperávamos só carinho e atenção, espera infinita
Jogos, incompreensão e o velho olhar pedindo a benção
Cada vez pior
Oh Nosso Senhor!
Ela
Sempre está convosco
Amarrando sempre mais os nós
Vocês têm mesmo um ao outro?
Isso é o tudo?
Parece como um moinho
Deixa-nos sempre a sensação de estarmos no mundo..
Sozinhos
Peçamos para o Senhor que nos a devolva
Que ela volte , veloz, e seja por nós
Sempre está contigo
então sempre nos sentimos em perigo
Entre tantos caminhos
Sabe como é viver em constante armadilha?
Lavrante, aberta ferida que nunca cicatriza
Dela
Sempre é o silêncio pondo o álcool na ferida
Do Senhor esperávamos só carinho e atenção, espera infinita
Jogos, incompreensão e o velho olhar pedindo a benção
Cada vez pior
Oh Nosso Senhor!
Ela
Sempre está convosco
Amarrando sempre mais os nós
Vocês têm mesmo um ao outro?
Isso é o tudo?
Parece como um moinho
Deixa-nos sempre a sensação de estarmos no mundo..
Sozinhos
Peçamos para o Senhor que nos a devolva
Que ela volte , veloz, e seja por nós
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