sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Silêncio!

Já não tem mais aquele vento Já não é mais o mesmo tempo Chega Alento Vai sem atenção Ao que ficou atrás Deixou só a solidão Sede maravilha de sentir Sede doce armadilha de ouvir Sede constante caminho contrário as desventuras da mente Sede o sonho que vaga pela saudade inconsciente Já não tem mais aquele medo Já não é mais o mesmo zelo Vai Veloz Mas deixa tua voz Deixou só o silêncio Fere o céu plácido e infinito de calmaria Fere pele sorrateira ao descer do dia Fere orgulho escondido Fere o silêncio mantido

Coração e alma incrédulos

Dói tudo inclusive o coração Se cansa Vem E se Balança Mas promete entrar na dança De repente Levanta do chão Salvo e são Dentro de uma canção O que diz o ego? Arremessa esperança pro alto Salto Cai, desafia todos os credos Antigo muro de concreto Dolorido, recalcado pelo sufoco Ainda estremecido Sem consolo Sucumbido, renascido por um choro Dói tudo inclusive a alma Mão no bolso, cara lavada Pé na estrada Ar frio nas costas cansadas Longa caminhada que não se acaba pra Coração e almas que dóem que dóem que dóem! De repente Levantam do chão Salvos e sãos Dentro de uma canção